segunda-feira, 27 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Tua Vida
Se queres comungar conosco em um trabalho de atividade espiritual, vamos verificar quais os valores que devem ser usados, qual a arma que pode ser útil às tuas lutas. Achamos que deve ser o SILÊNCIO, gesto iluminado , quando no lugar certo . A auto educação não pode ser anunciada aos sons de trombetas que a vaidade acionará; se existirem segredos este é um deles . Para que respeitemos a vida , corrigir nossos defeitos é nosso dever; não é caridade para com os outros — é a caridade em nosso favor. Procura trabalhar dentro desse princípio no maior SILÊNCIO possível , porque sem anunciar nossas qualidades , os outros percebem e começam a fazer o mesmo . Eis que aí serás um fortificante espiritual, que se chama discrição, com uma paz de difícil conquista, que se chama humildade.
Deves omitir sempre o bem que fazes a ti e aos outros; anunciar o mal que estás fazendo ou que pretendes fazer, também não é compensador. Usa a boca do exemplo , que ele fala mais alto aos corações e escreve com letras de luz em tudo o que existe, falando no idioma universal – vibratório – sem qualquer pretensão de ser visto como benfeitor.
Faze a tua vida de exemplos dignificantes , pois o que fazes são sementes plantadas e fecundadas na lavoura de ti mesmo, onde colherás o que plantaste; a lei sempre nos dá o que merecemos e a justiça sempre faz uma revisão naquilo que chega para nós sem que a consciência possa gritar "não mereço”. Não condenes as pessoas pelo que estás passando ; a culpa pode não ser sua; às vezes são processos de despertamento espiritual para que possas no amanhã ser filho da luz . A perfeição é filha do esforço , como devedora da disciplina ; fica tranquilo no que tange aos acontecimentos sejam quais eles forem e tem confiança em DEUS porque ele sabe o que faz. Entrementes, não cruzes os braços! A vida feliz depende do esforço de cada criatura , em todas as direções . Quem pretende melhorar, sempre melhora, desde que não esmoreça no caminho.
A língua coça quando tua conduta começa a melhorar, apaga esse impulso, pois ele está sempre envernizado pelo orgulho e pela vaidade. Silencia no que se refere a mostrar aos outros o que fazes ou pretendes fazer em teu favor; quem cala, ganha mais. Ocupa tua vida em construir sem propagar, usando o teu próprio verbo. Deixa tua vida circular na vida maior, porque essa seiva divina te dará intuição na marcha para Deus, sobre o que deves fazer. A tua casa é um dos lugares onde deve ser lembrado o Cristo e o melhor meio é através do culto do Evangelho, para que depois ela possa refletir em tua vida.
(De “Tua Casa”, de João Nunes Maia, pelo Espírito Ayrtes)
Porque Queres
Lúcidos e folgazões, frívolos quão perversos, prosseguem, além do corpo, consoante foram antes da desencarnação.
Invejando ou odiando aqueles que se esforçam e se esmeram para evoluir, intentam, por todos os meios possíveis, envolvê-los nas suas redes e tramas sórdidas.
Inspiram, aturdem, criam situações embaraçosas, insistindo na manipulação dos seus objetivos infelizes, entregando-se a tais misteres nos quais se crêem realizados.
Turbados e ignorantes em relação às Leis da Vida, supõem-se "braços da Justiça" ou livres para agir conforme as próprias aspirações.
Interferem, desse modo, na conduta humana, os Espíritos zombeteiros e impiedosos, gerando sofrimentos.
*
Há, naturalmente, em todo intercâmbio, uma reciprocidade de sintonia.
A lei de identidade moral e emocional responde pela comunhão de idéias entre aqueles que participam do mesmo conúbio.
Mantenha o indivíduo um salutar padrão mental e comportamental superior, e, de forma alguma, os Espíritos, doentes e ignorantes, encontrarão campo para os seus desideratos perniciosos.
Em toda área de comunicação a mensagem somente é recebida por quem lhe permanece na faixa de registro.
Ante, portanto, a intermitente perseguição espiritual, defrontamos um agente atuante e um paciente agradavelmente receptivo.
Isto, porém, ocorre contigo, porque o queres...
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Ergue-te, mentalmente, acima das faixas vibratórias, nas quais se movimentam os Espíritos vulgares e impuros.
Resguarda-te do pessimismo e da suspeita, que são fatores propiciatórios para o desequilíbrio.
Consolida as disposições felizes, no íntimo, mentalizando o Bem e a ele entregando-te, a fim de pairares em clima superior de paz.
Medita e ora, agindo corretamente, e, se algo, ainda assim, te acontecer, compreende que é um episódio fortuito da vida, que não te merecerá maior consideração.
O processo, no qual te encontras engajado, é de evolução; resolve-te por avançar, sem as contramarchas tormentosas.
Ascendendo psiquicamente e harmonizando-te emocionalmente, far-te-ás respeitado pelos Espíritos perturbadores que, mesmo intentando molestar-te, não encontrarão receptividade da tua parte.
Recorda-te, por fim, de Jesus.
Quem O encontrou, descobriu um tesouro luminoso, e, enriquecendo-se com Ele, jamais tropeçará em sombra e aflição.
Impregna-te dEle, e sê feliz, sem mais controvérsia.
Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Vigilância.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Quanto mais
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Quanto mais auxiliardes aos outros, mais amplo auxílio recebereis da Vida Mais Alta.
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Quanto mais tolerardes os contratempos do mundo, mais amparados sereis nas emergências da vida, em que permaneceis buscando paz e progresso, elevação e luz.
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Quanto mais liberdade concederdes aos vossos entes amados, permitindo que eles vivam a existência que escolheram, mais livres estareis para obedecer a Jesus, construindo a vossa própria felicidade.
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Quanto mais compreenderdes os que vos partilham os caminhos humanos, mais respeitados vos encontrareis de vez que, quanto mais doardes do que sois em benefício alheio, mais ampla cobertura de amparo do Senhor assegurará a tranqüilidade em vossos passos.
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Continuemos buscando Jesus em todos os irmãos da Terra, mas especialmente naqueles que sofrem problemas e dificuldades maiores que os nossos obstáculos, socorrendo e servindo e sempre mais felizes nos encontraremos sob as bênçãos dele, nosso Mestre e Senhor.
Francisco Cândido Xavier. Da obra: Caridade.
Ditado pelo Espírito Bezerra de Menezes.
Provas
Se já te aceitas na condição de criatura imperecível, reflete no tempo gasto pela sabedoria da vida, nas criações da natureza.
Sabemos que a gestação do diamante, no claustro da Terra exige milênios.
Com semelhante ensinamento, perguntemos a nós mesmos quantos séculos despenderemos para construir a compreensão e o devotamento, a humildade e o amor, no campo da própria alma.
Meditemos nisso e abracemos com paciência as tarefas que nos foram confiadas.
Regozija-te com as obras de renúncia dentro do lar; ele é o reduto em que te habilitas para a total consagração à Humanidade.
Agradece ao trabalho que te cerca de problemas e, tantas vezes, te alaga de suor; nele aprendes a conquistar a sublimação e a criatividade dos anjos.
Abençoa os dias de prova em que a vida te pede serviço habitualmente entremeado de labaredas de inquietação com aguaceiros de pranto; tempo chegará em que eles trarão a soma das experiências que se fará luz permanente para os teus próprios caminhos entre os sóis da Imortalidade.
Rejubila-te com a possibilidade de contar com as aulas da angústia e do sofrimento, no aprendizado da vida terrestre.
Os olhos que nunca choraram raramente aprendem a ver.
Livro: Somente Amor
Meimei / Francisco Cândido Xavier
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
PROCESSOS OBSESSIVOS
No entanto, sabemos que a desagregação do equilíbrio mental, quando os problemas pertencem nitidamente ao espírito, levam tempo.
A sabedoria da vida não constitui o sistema nervoso para colapsos a troco de bagatelas.
Encontramos, desse modo, em toda parte do plano físico, os que se acham na fase prévia de segregação na enxovia da alma.
Sofreram ou se desenganaram em algum item da experiência humana e instintivamente entregam a chave do controle de si mesmos a inteligências outras que os espreitam na sombra. Do ressentimento passam à mágoa crônica.
Da excitação se transferem à cólera sistemática. Daí seguem adiante até adquirirem um lugar destacado na patologia da mente.
Quando você se identifique nessa posição fronteiriça, capacite-se da necessidade de libertar você mesmo. Recorde a embarcação que pode perfeitamente salvar-se, expedindo um S.O.S., e comece a derribar a cadeia mental que lhe ameaça a integridade, reunindo as suas forças em
oração. Não espere o naufrágio.
Em seguida, repare as suas forças orgânicas através de auxílio medicamentoso à altura de suas exigências fisiológicas, imitando o cuidado do mecânico que restaura a casa de máquinas do navio, e prossiga no rumo certo.
Esse rumo certo na temática da obsessão é a continuidade da viagem terrestre sem ancoragem que não seja aquela programada para deveres nos postos de escala — as prestações de serviço aos outros.
Nada de parar sobre recifes de perturbação ou vasculhar o bojo das ondas de treva. Caminhar à frente. Esquecer-se em favor de outros viajantes.
Se você enfrenta um problema assim sutil da fronteira entre o equilíbrio e o desequilíbrio, observe quem, na maioria das circunstâncias, você traz o recinto da mente cerrado ao auxílio dos outros. São pensamentos de desânimo, cansaço, tristeza ou tentação que se agigantaram.
Foram eles diminutas brechas de sombra, na cidadela do espírito, que serviram de mira a gazuas cruéis de velhos adversários dos caminhos percorridos em outras existências.
Não permita que se lhe derruam as portas defensivas. Reaja. Mas conserve a certeza de que a única reação construtiva é a de sua própria renunciação aos caprichos e preconceitos do círculo pessoal, com serviço desassombrado e desinteressado ao próximo.
Milhares ou talvez milhões de companheiros no mundo estão hoje no cairel da obsessão, quais viajores descuidados no dorso do abismo. Há socorro e libertação para todos, desde que cada um se disponha a renovar-se para o bem, renovando os agentes espirituais que lhes assessoram a vida.
(Nova Iorque, N. I., E.U.A., 28, Julho, 1965.)
Kelvin Van Dine (Waldo Vieira)
(De “Entre irmãos de outras terras”, de Francisco Cândido Xavier e
Waldo Vieira – por diversos espíritos)
SOMBRA E LUZ
Ninguém saúda um amigo com as mãos sujas de lama.
Procura fixar-te nos aspectos luminosos da vida.
Quem só observa a sombra acaba retido na escuridão.
Aprende a destacar as qualidades alheias,
estabelecendo o entendimento no clima da simpatia.
Fala com equilíbrio e serve com amor.
Agindo assim, te converterás num ponto de luz
refletindo as claridades do Alto.
PENSASTE NISSO?
Reparamos que Pedro denominava o organismo, como sendo o seu tabernáculo.
O corpo humano é um conjunto de células aglutinadas ou de fluídos terrestres que se reúnem, sob as leis planetárias, oferecendo ao Espírito a santa oportunidade de aprender, valorizar, reformar e engrandecer a vida.
Freqüentemente o homem, qual operário ocioso ou perverso, imputa ao instrumento útil as más qualidades de que se acha acometido. O corpo é concessão de Misericórdia Divina para que a alma se prepare ante o glorioso porvir.
Longe da indébita acusação à carne, reflitamos nos milênios despendidos na formação desse tabernáculo sagrado no campo evolutivo.
Já pensaste que és um Espírito imortal, dispondo, na Terra, por algum tempo, de valiosas potências concedidas por Deus às tuas exigências de trabalho?
Tais potência formam-te o corpo.
Que fazes de teus pés, de tuas mãos, de teus olhos, de teu cérebro? Sabes que esses poderes te foram confiados para honrar o Senhor iluminando a ti mesmo? Medita nestas interrogações e santifica teu corpo, nele encontrando o templo divino.
(De “Pão Nosso”, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emmanuel)
VOCÊ E OS OUTROS
A pretexto de viver com dignidade, não caminhe indiferente ao passo dos outros.
Busque relacionar-se com as pessoas de todos os níveis sociais, erguendo amigos além das fronteiras do lar, da fé religiosa e da profissão.
Evite a circunspecção constante e a tristeza sistemática que geram a frieza e sufocam a simpatia.
Não menospreze a pessoa mal vestida nem a pessoa bem posta.
Não crie exceções na gentileza, para com o companheiro menos experiente ou menos educado, nem humilhe aquele que atenta contra a gramática.
Não deixe meses, sem visitar e falar aos irmãos menos favorecidos, como quem lhe ignora os sofrimentos.
Não condiciones as relações com os outros ao paletó e à gravata, às unhas esmaltadas ou aos sapatos brilhantes, que possam mostrar.
Não se escravize a títulos convencionais nem amplie as exigências da sua posição em sociedade.
Dê atenção a quem lha peça, sem criar empecilhos.
Trave conhecimento com os vizinhos, sem solenidade e sem propósito de superioridade.
Faça amizades desinteressadamente.
Aceite o favor espontâneo e preste serviço, também sem pensar em remuneração.
Ninguém pode fugir à convivência da Humanidade.
Saiba viver com todos, para que o orgulho não lhe solape o equilíbrio.
Quem se encastela na própria personalidade é assim como o poço de água parada, que envenena a si mesmo.
Seja comunicativo.
Sorria à criança.
Cumprimente o velhinho.
Converse com o doente.
Liberte o próprio coração, destruindo as barreiras de conhecimento e fé, título e tradição, vestimenta e classe social, existentes entre você e as criaturas e a felicidade, que você fizer para os outros, será luz da felicidade sempre maior, brilhando em seu caminho.
Francisco Cândido Xavier.
Da obra: Apostilas da Vida.
Ditado pelo Espírito André Luiz.
NÃO ESTÁ AQUI
“Filho de Deus”, o Seu era o lugar no sublime comando da Humanidade.
Revertendo a ordem dos valores egoístas e ensinando a fraternidade legítima, não poderia ser aceito nem compreendido sequer pelos que O seguiam.
Luz imperecível em sombra densa, atraía e enceguecia por momentos.
Dosada pelo amor dominaria os corações, lentamente, para todo o sempre.
Chegando à hora das grandes e arbitrárias dominações, que ainda persistem nos países inquietos da Terra e nas mentes intranquilas das criaturas, era o semeador de estrelas em noite de trevas, a fim de que jamais houvesse medo e obscurantismo.
Toda a Sua carga de emoção fazia-se um claro duradouro de amor com que ofereceu dignidade à vida, num abundante enriquecer de esperanças.
***
Lembra-te do amor de Jesus em todas as horas da tua vida e ama sem desfalecimento.
Em soledade ou em abandono, ama.
Sob o açodar da alheia impiedade ou perseguido sem descanso, ama.
Colhido por incompreensões ou silenciado pelo vozerio dos tumultos violentos, ama.
Prossegue amando, sem preocupar-te com retribuições nem aplausos.
Sofrendo, porém, amando.
Se todos, amigos e conhecidos, ficarem contra ti, permanece a favor do bem, sem dúvida, favorável a eles.
Maltratado, não revides.
Ignorado, não te rebeles.
A árvore podada mais reverdece e o grão, esmagado na cova escura, explode em vida.
Jesus é Vida.
***
Após todas as tribulações, sevícias e dilacerações, Ele continuou afável.
Abandonado pelos comensais das Suas horas de mansidão e de misericórdia, não os repreendeu.
Em poucos dias o triunfo da entrada na cidade e o triunfo eterno, na cidade que pensava matá-Lo...
Os enganosos júbilos do domingo não O emularam, antes fizeram-No triste, quando os outros sorriam.
Sem embargo, diante das lágrimas de saudade dos que O buscavam no túmulo, Ele se encontrava em glória real na Vida.
— Que vieste ver? — inquiriram os seres angélicos a Maria de Madalena. — Ele não está aqui.
Jesus encontra-se, sem dúvida, a céu aberto, pelo mundo, renovando a psicosfera terrena e albergando os sofredores no Seu coração.
Segue-O tu.
Faze o mesmo que Ele prossegue fazendo, sem reclamar, nem desanimar nunca.
(De “Otimismo”, de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis)
terça-feira, 15 de junho de 2010
ENTRE HOJE E AMANHÃ
Reflete no companheiro que chega cansado e desiludido a esmolar-te simpatia e consolo.
Sabes talvez, nas mínimas particularidades, tudo o que lhe terá ocorrido. Provavelmente conheces que se trata de alguém, carregando os grilhões da culpa. Alguém que sobraça pesada carga de remorsos a lhe atenazarem o coração.
Mentaliza, no entanto, o que faria Jesus se procurado por ele: ouvi-lo-ia com generoso interesse, descobrir-lhe-ia algum tópico de bondade ou saberia destacar-lhe essa ou aquela qualidade elogiável, de modo a descerrar-lhe alguma porta mental de bom-ânimo, auxiliando-o a caminhar para a frente.
Diante dos irmãos que te busquem solicitando conforto depois de quedas e desenganos, não te disponhas à condenação ou censura.
Pensa no bem que haverão feito, nos impulsos nobres que lhes presidiram os atos e renova-lhes a confiança em si mesmos.
Compadece-te sobretudo daqueles que se demoram nos problemas da culpa sem possibilidades imediatas de solução.
Não necessitas reprovar-lhes diretriz e conduta.
Eles já se reconhecem marcados por dentro a fogo de angústia e não te procuram para que lhes agraves a dor. Suplicam-te paz e refazimento, auxílio e apoio à própria libertação.
Recorda em quantas ocasiões teremos sido amparados pela bondade do Cristo de Deus que freqüentemente nos toma o leve fio da intenção correta para transformá-lo em vigoroso apetrecho de socorro a nós próprios e não menospreze, seja a quem seja.
Importa, ainda, considerar que muitas vezes no campo da ocorrência que se reprove presentemente, nascerá o acontecimento que nos colherá louvor no futuro.
Além disso, nós todos, os espíritos em evolução nos climas da Terra, somos ainda portadores de imperfeições e deficiências por vencer, de permeio com obstáculos íntimos a serem necessariamente transportados, com créditos e débitos, erros e acertos no livro da própria vida. E, por isso mesmo, em matéria de apoio espiritual, se hoje é o nosso momento de compreender e de dar, amanhã será talvez o nosso dia de pedir e de receber.
Fonte: "Mãos Marcadas", de Francisco Cândido Xavier - Espíritos Diversos.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
ALEGRIA

Alegria é o cântico das horas com que Deus te afaga a passagem no mundo.
Em toda parte, desabrocham flores por sorrisos da natureza e o vento penteia a cabeleira do campo com música de ninar.
A água da fonte é carinho liquefeito no coração da terra e o próprio grão de areia, inundado de sol, é mensagem de alegria a falar-te do chão.
Não permitas, assim, que a tua dificuldade se faça tristeza entorpecente nos outros.
Ainda mesmo que tudo pareça conspirar contra a felicidade que esperas, ergue os olhos para a face risonha da vida que te rodeia e alimenta a alegria por onde passes.
Abençoa e auxilia sempre, mesmo por entre lágrimas.
A rosa oferece perfume sobre a garra do espinho e a alvorada aguarda, generosa, que a noite cesse para renovar-se diariamente, em festa de amor e luz.
Meimei
Extraído do livro Bênçãos de Amor.
Autores Diversos
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
É RAZOÁVEL PENSAR NISTO
A paciência não é um vitral gracioso para as suas horas de lazer. É amparo destinado aos obstáculos.
A serenidade não é jardim para os seus dias dourados. É suprimento de paz para as decepções de seu caminho.
A calma não é harmonioso violino para as suas conversações agradáveis. É valor substancial para os seus entendimentos difíceis.
A tolerância não é saboroso vinho para os seus minutos de camaradagem. É porta valiosa para que você demonstre boa-vontade, ante os companheiros menos evolvidos.
A boa cooperação não é processo fácil de receber concurso alheio. É o meio de você ajudar ao companheiro que necessita.
A confiança não é um néctar para as suas noites de prata. É refugio certo para as ocasiões de tormenta.
O otimismo não constitui poltrona preguiçosa para os seus crepúsculos de anil. É manancial de forças para os seus dias de luta.
A resistência não é adorno verbalista. É sustento de sua fé.
A esperança não é genuflexório de simples contemplação. É energia para as realizações elevadas que competem ao seu espírito.
Virtude não é flor ornamental. É fruto abençoado do esforço próprio que você deve usar e engrandecer no momento oportuno.
(De “Agenda Cristã”, de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito André Luiz)
domingo, 18 de abril de 2010
O Passe Magnético
Ao contrário do que podem pensar alguns, o uso do magnetismo - não confundir com magnetoterapia (uso de imãs para cura) - é bastante antigo, sendo utilizado desde a antiguidade.
Na Caldéia e na Índia, os magos e birmanes, respectivamente, curavam pela aplicação do olhar, no Egito, multidões acorriam ao templo da deusa Ísis, procurando o alívio dos sofrimentos junto aos sacerdotes, que lhes aplicavam a imposição das mãos, no próprio Evangelho vemos várias vezes Jesus curar através do uso do magnetismo.
Esse fluido, sob controle, poderia ser usado como finalidade terapêutica". Após muitas pesquisas começou a desenvolver e divulgar técnicas de fluidoterapia que ficou conhecido como Mesmerismo. O trabalho de Mesmer, apesar de apresentar bons resultados, gerou grande polêmica, sendo ele e seus seguidores duramente combatidos pela Faculdade de Medicina de Paris que proibia seus membros de adotar a nova técnica.
Apesar de toda a perseguição, pesquisadores como Marquês de Puységur, Du Potet, Charles Lafontaine, Charles Richet, Allan Kardec, dentre outros, continuaram os trabalhos de Mesmer, trazendo até nossos dias o uso terapêutico do magnetismo.
Mas afinal, o que é esse magnetismo?
Magnetismo animal, ou ainda, fluido animal é a denominação da parcela de energia vital doada por uma pessoa encarnada à outra, seu objetivo é propiciar o reequilíbrio físico e espiritual àquele que está, por alguma razão, com sua energias desequilibradas. Existem várias formas de se utilizar esse magnetismo.
Nas casas espíritas vemos a utilização do passe, que é amplamente empregado como complemento para outras terapêuticas. Segundo a Gênese, o passe, que não é uma doação de energias, mas na verdade é “uma transfusão de energias físico-psiquicas” (Emmanuel)
Pode ser divido em três tipos:
1. Humano – É o magnetismo propriamente dito, utiliza apenas as energias do encarnado, sendo sua eficácia determinado pela qualidade da energia do mesmo;
2. Espiritual – É aquele em que não há intervenção de um encarnado, o fluxo de energia vem diretamente do plano espiritual para o beneficiado. Assim como no caso anterior, a qualidade desse recurso está na razão direta das qualidades do espírito;
3. Mista – É aquela em que a uma combinação de energias espirituais e humanas (animais) de forma a tornar o passe mais eficaz. Este é o passe recomendado nas casas espíritas, pois seus resultados tendem a ser melhores para todos os envolvidos.
O termo transfusão é empregado porque quem recebe o passe tanto pode receber energia (caso esta lhe falte) como pode ter o excesso retirado (caso esta possa lhe trazer algum desequilíbrio) . O passe vai agir no perispírito, que é nas palavras de Leon Denis “Um organismo fluídico; é a forma preexistente e sobrevivente do ser humano, sobre o qual se modela o envoltório carnal, como uma veste dupla, invisível, constituída de matéria quintessenciada” .
Sendo o corpo físico uma conseqüência do perispírito, a aplicação do passe no perispírito apresentará reflexos no corpo material.
Existem várias formas de se aplicar o passe, entretanto é preciso esclarecer que o principal fator é a vontade que dirige os fluídos, para que estes possam alcançar o objetivo desejado, sendo assim, devemos ter em mente que qualquer posição, movimento, apetrecho ou instrumento exterior é secundário e que a disposição mental tanto de quem aplica quanto de quem recebe o passe é que é o fator principal para o sucesso da transfusão fluídica. Ainda assim, a título de informação, falaremos de três das mais utilizadas formas de passe:
1. Imposição de mãos – esta é a forma mais comum, antiga e utilizada de aplicação de passe, consiste na colocação das mãos, com as palmas para baixo, sobre a cabeça de quem vai recebê-lo. O princípio deste passe é o de aplicá-lo no Chakra coronário (a moleira dos bebês) e sendo este Chakra o que coordena os demais, ele se encarrega de distribuir as energias pelo corpo;
2. Longitudinais – São aplicados ao longo do corpo, da cabeça aos pés, de cima para baixo, com as mãos abertas e as palmas na direção do paciente. Podem ter várias finalidades, mas é mais comumente utilizado para acalmar o paciente;
3. Transversais – utilizados para fins de dispersão de energias, não é recomendado em casas espíritas devido ao seu modo de aplicação que consiste em “estender os dois braços, com as mãos abertas, polegares para baixo e abrir rapidamente e com muita energia os braços no sentido horizontal e depois volta-se com vivacidade à posição primitiva para recomeçar logo a seguir da mesma maneira”;
Nas casas espíritas recomenda-se que o passista evite a todo custo tocar no paciente, como também apenas utilizar a imposição de mãos. Estas recomendações visam evitar constrangimentos para o paciente, evitar assustar aqueles que não conhecem bem o passe e podem ficar chocados com movimentos muito estranhos, bem como evitar preferências por determinado passista (que aplica determinado tipo de passe).
Impossível falar em passe sem fazer referência aos Chakras ou Centros de Força ou ainda Centros Vitais.
A palavra Chakra vem do snscrito e quer dizer roda.
Segundo o professor Carlos Pastorino: “são chamados rodas porque têm a aparência de pequeno exaustor ou ventilador, com suas pás (denominadas ”pétalas”), que giram incessantemente quase, já que é constante a “corrente de ar” que por elas passa”. Essa corrente de ar a qual o professor Pastorino se refere são as vibrações e elementos fluídicos do plano espiritual que entram e saem de nós pelos Chakras.
Segundo André Luiz, no livro Evolução em Dois Mundos, os sete principais Chakras possuem as seguintes funções:
1. Coronário – “Instalado na região central do cérebro é a sede da mente, o centro que assimila os estímulos do Plano Superior e orienta a forma, o movimento, a estabilidade, o metabolismo orgnico e a vida consciencial da alma encarnada ou desencarnada. O Centro Coronário supervisiona, ainda, os outros centros vitais que lhe obedecem ao impulso, procedente do espírito.”2. Cerebral – “Contíguo ao Coronário, com influência decisiva sobre os demais, governando o córtice encefálico na sustentação dos sentidos, marcando a atividade das glndulas endócrinas e administrando o sistema nervoso, em toda a sua organização, coordenação, atividade e mecanismo.”3. Laríngeo – “Controla notadamente a respiração e a fonação.”
4. Cardíaco – “Dirige a emotividade e a circulação das forças de base.”
5. Esplênico – “Determina todas as atividades em que se exprime o sistema hemático, dentro das variações de meio e volume sanguíneo.”
6. Gástrico – “Responsável pela digestão e absorção dos alimentos densos e menos densos.”
A aplicação do passe na casa espírita necessita de certos cuidados para que não tome um caráter místico. Todo e qualquer objeto exterior deve ser dispensado, talismãs, incensos, defumadores, roupas de cores especificas são práticas vãs e que só servem para criar no paciente uma idéia equivocada do passe.
A música pode ser usada, desde que com critério (música suave e baixa), para ajudar no relaxamento dos presentes. Além disso, como o objetivo do passe é o equilíbrio, é preciso esclarecer os presentes sobre a necessidade do silêncio e do clima de prece para facilitar a sintonia com o plano espiritual.
Também é fundamental que todos estejam fisicamente preparados para o passe, ou seja, que evitem atitudes que dificultem a absorção e a transmissão do passe pelos seus organismos físicos, questões como alimentação, vícios, sexo, entre outras devem ser observadas:
2. Álcool – Assim como outras substancias tóxicas (fumo, drogas, etc), o álcool provoca distúrbios nos centros nervosos e modifica certas funções psíquicas o que anula os esforços de transmissão dos fluidos do passe;
3. Outros Vícios – Além dos vícios de natureza química, há também aqueles decorrentes da conduta do indivíduo, questões com jogos e todos os abusos que geram desequilíbrio psíquico devem ser evitados, pois dificultam sobremaneira a sintonia vibratória;
4. Sexo Antes do Passe – O sexo é coisa santa e como tal deve ser tratado, entretanto devido às descargas energéticas que ele acarreta, o mesmo deve ser evitado antes do passe, pois pode criar desequilíbrio fluídico no paciente o que pode dificultar a absorção e a retenção dos fluidos recebido no passe.
Voltamos a lembrar que, mais do que qualquer outra coisa, o principal componente para o sucesso do passe é a boa vontade e o esforço para sintonizar com os planos superiores.
Fontes:
KARDEC, Allan. A Gênese. (1999) LAKE
XAVIER, Francisco Cândido. Evolução em dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. (2003) FEBPASTORINO, Carlos T. Técnicas de Mediunidade. (1969)PERALVA, Martins. Estudando a Mediunidade (1998) FEB.
PERALVA, Martins. Mediunidade e Evolução (1998) FEB.
MELO, Jacob. O Passe – Seu estudo, suas técnicas, sua prática. (1992) JUNIOR, Eugênio
Lysei. O Passe – Respostas às perguntas mais freqüentes. (1998) Casa do Caminho.
Mais Amor
Ama sempre para que possas compreender sempre mais.
Muitas vezes, no mundo, ensandecemos o cérebro e envenenamos o coração, indagando sem proveito quanto aos problemas que afligem os grandes e os pequenos, os felizes e os infelizes.
Entretanto, bastaria um raio de amor no imo d'alma para entendermos a profunda união em que nos imanizamos uns aos outros.
Ajuda antes de qualquer indagação.
Não peças diretrizes à Vida Superior, antes de haver praticado a fraternidade no círculo de criaturas em que te encontras.
A Terra é a nossa escola multimilenária, onde o amor é o Sol para as mínimas lições.
Descerra o espírito à claridade dessa luz e perceberás a dor que, muitas vezes, se agita sob vestes douradas e observarás o brilho da vida que, em muitas ocasiões, se destaca sob andrajos e sombras.
Oferece-lhe a mente e aprenderás que alegria e sofrimento, escassez e abastança, segurança e instabilidade na Terra não passam de oportunidades preciosas para a nossa elevação espiritual.
Não te esqueças de que somente aquele que se faz irmão do próximo pode soerguê-lo a mais altos destinos.
O nosso verbo pronunciará eloqüentes discursos.
A nossa pena escreverá páginas comovedoras.
A nossa influência social assegurar-nos-á subido destaque na vida pública.
As nossas facilidades econômicas garantir-nos-ão transitório respeito entre as criaturas.
Todavia, que será de nós sem o tesouro da compreensão que apenas o amor nos pode conferir?
Mais amor em nossas atividades de cada dia é solução gradativa a todos os enigmas que nos cercam.
Só a luz é capaz de extinguir a sombra.
Só a sabedoria aniquila a ignorância.
Só o amor redime, vitoriosamente, a miséria.
Não nos abeiremos da revelação, simplesmente indagando, pedindo, reclamando.
Aprendemos a trabalhar e servir.
Amemo-nos uns aos outros e uma luz nova brotará no terreno vivo de nossa alma, constrangendo-nos a sentir que só o trabalho no serviço ao próximo é capaz de conduzir-nos à comunhão com a verdadeira felicidade, que decorre de nosso ajustamento às Leis Celestiais.
Livro "Assim Vencerás"
Psicografia de Francisco Cândido Xavier / Emmanuel
Quando
QUANDO, nas horas de íntimo desgosto, o desalento te invadir a alma e as lágrimas te aflorarem aos olhos, busca-me: eu sou aquele que sabe sufocar-te o pranto e estancar-te as lágrimas;
QUANDO te julgares incompreendido dos que te circundam e vires que, em torno, a indiferença recrudesce, acerca-te de mim: eu sou a LUZ, sob cujos raios se aclaram a pureza de tuas intenções e a nobreza de teus sentimentos;
QUANDO se te extinguir o ânimo para arrostares as vicissitudes da vida e te achares na iminência de desfalecer, chama-me: eu sou a FORÇA capaz de remover-te as pedras dos caminhos e sobrepor-te às adversidades do mundo;
QUANDO, inclementes, te açoitarem os vendavais da sorte e já não souberes onde reclinar a cabeça, corre para junto de mim: eu sou o REFÚGIO, em cujo seio encontrarás guarida para o teu corpo e tranqüilidade para o teu espírito;
QUANDO te faltar a calma, nos momentos de maior aflição, e te considerares incapaz de conservar a serenidade de espírito, invoca-me: eu sou a PACIÊNCIA, que te faz vencer os transes mais dolorosos e triunfar das situações mais difíceis;
QUANDO te debateres nos paroxismos da dor e tiveres a alma ulcerada pelos abrolhos dos caminhos, grita por mim: eu sou o BÁLSAMO que te cicatriza as chagas e te minoram os padecimentos;
QUANDO o mundo te iludir com suas promessas falazes e perceberes que já ninguém pode inspirar-te confiança, vem a mim: eu sou a SINCERIDADE, que sabe corresponder à franqueza de tuas atitudes e à nobreza de teus ideais;
QUANDO a tristeza e a melancolia te povoarem o coração e tudo te causar aborrecimento, clama por mim: eu sou a ALEGRIA, que te insufla um alento novo e te faz conhecer os encantos de teu mundo interior;
QUANDO, um a um, te fenecerem os ideais mais belos e te sentires no auge do desespero, apela para mim: eu sou a ESPERANÇA, que te robustece a fé e te acalenta os sonhos;
QUANDO a impiedade recusar-se a relevar-te as faltas e experimentares a dureza do coração humano, procura-me: eu sou o PERDÃO, que te levanta o ânimo e promove a reabilitação de teu espírito;
QUANDO duvidares de tudo, até de tuas próprias convicções, e o cepticismo te avassalar a alma, recorre a mim: eu sou a CRENÇA, que te inunda de luz o entendimento e te habilita para a conquista da Felicidade;
QUANDO já não provares a sublimidade de uma afeição terna e sincera e te desiludires do sentimento de teu semelhante, aproxima-te de mim: eu sou a RENÚNCIA, que te ensina a olvidar a ingratidão dos homens e a esquecer a incompreensão do mundo;
E QUANDO, enfim, quiseres saber quem sou, pergunta ao riacho que murmura e ao pássaro que canta, à flor que desabrocha e à estrela que cintila, ao moço que espera e ao velho que recorda. Eu sou a dinâmica da vida, e a harmonia da Natureza: chamo-me AMOR, o remédio para todos os males que te atormentam o espírito.
Estende-me, pois, a tua mão, ó alma filha de minhalma, que eu te conduzirei, numa seqüência de êxtases e deslumbramentos, às serenas mansões do Infinito, sob a luz brilhante da Eternidade.
RUBENS COSTA ROMANELLI: "O Primado do Espírito" capítulo 2, páginas 16-18, 3a. edição ampliada 1965, Editora Síntese Ltda., Divinópolis - M.G., Brasil.
O que mais sofremos
Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.
Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.
Não é a doença. É o pavor de recebê-la.
Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.
Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.
Não é a injúria. É o orgulho ferido.
Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres.
Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.
Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflições que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós.
Espírito: ALBINO TEIXEIRA
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "Passos da Vida" - EDIÇÃO IDE
Calma
Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranqüilidade traz o pior.
Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante.
Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é uma bomba atrasada, lançando caso novo.
Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos.
Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.
Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo.
Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.
Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga distância entre você e o objetivo a alcançar.
Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma,
pedindo o serviço por solução.
Espírito: ANDRÉ LUIZ
Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: "O Espírito da Verdade" - Edição FEB

